segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Educação Inclusiva/TIC - Centro de Recursos para a Educação Especial

O Ministério da Educação criou, no ano lectivo 2007-2008, 
uma rede nacional de 25 Centros  de Recursos TIC para a Educação Especial 
(CRTIC), com a finalidade de avaliar alunos com necessidades educativas 
especiais (NEE) de carácter permanente, no que diz respeito às suas necessidades 
de tecnologias de apoio à aprendizagem: 
Os CRTIC estão sedeados em agrupamentos de escolas e servem outras escolas 
numa área de abrangência (aproximadamente) distrital, disponibilizando informação 
sobre os seus serviços e contactos através das respectivas páginas Web, blogs ou 
comunidades virtuais (Moodle) - 
Para a prossecução da sua actividade nuclear de avaliação de alunos, têm como 
atribuições complementares: (i) prestar informação, formação e aconselhamento 
aos professores, técnicos/terapeutas e famílias; (ii) promover sessões públicas 
(seminários, workshops…) no âmbito das tecnologias de apoio e da Educação 
Especial; (iii) acompanhar a instalação de sistemas de videoconferência e/ou 
outras tecnologias a distância para alunos que se encontram hospitalizados ou 
domiciliados por razões de doença grave; e, (iv) estabelecer parcerias que possam 
enriquecer competências multidisciplinares e contribuir para uma maior dinâmica 
do Centro de Recursos (serviços de saúde e da segurança social, Instituições de 
Ensino Especial, Autarquias, Instituições do Ensino Superior, empresas, etc). 
Das avaliações realizadas em 2008-2009 e 2009-2010, os CRTIC recomendaram 
um conjunto de tecnologias de apoio, a nomear, dispositivos de acesso ao 
computador (comutadores, ratos e joysticks programáveis, teclados alternativos, 
etc), periféricos específicos (linhas Braille, impressoras Braille), dispositivos para 
a comunicação alternativa (digitalizadores de fala), bem como software específico 
(escrita com símbolos, leitores de ecrã, sintetizadores de fala, ampliadores de 
caracteres, etc) que o ME apoiou financeiramente. 
Com estas tecnologias de apoio, os alunos poderão melhorar os seus níveis de 
funcionalidade, actividade e participação, contribuindo para o seu desenvolvimento 
e autonomia. 

Fonte: Boletim DGIDC n.º 3 – Agosto de 2010
http://sitio.dgidc.min-edu.pt/especial/Paginas/CRecursosTIC_EE.aspx 
http://area.dgidc.min-edu.pt/Webpages_CRTIC/

Publicado por Salete Bento

II Jornadas de Formação sobre o AutismoTema: Autismo e Inclusão



Estas jornadas têm como destinatários os Familiares das crianças com Perturbações do Espectro do Autismo. São também destinatários os Docentes, técnicos e auxiliares das Unidades de Ensino Estruturado dos Agrupamentos apoiados pelo Centro de Recursos para a Inclusão, outros docentes, técnicos e familiares das crianças e jovens com Perturbações do Espectro do Autismo 

Local: Auditório Glaxo Smith Kline, em Algés
Data: 9 e 10 de Setembro de 2010
Horas: 9h30 em ambos os dias

Contactos:
Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo
Rua José Luís Garcia Rodrigues, Bairro do Alto da Ajuda 1300-565 Lisboa
Tel.: 21 361 62 50 
Fax: 21 361 62 59

E-mail: info@appda-lisboa.org.pt / secretaria@appda-lisboa.org.pt

Sítio web: www.appda-lisboa.org.pt 


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Publicado por Salete Bento



domingo, 5 de setembro de 2010

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Avaliação da Implementação do Dec Lei nº3/2008

Encontra-se disponível no sítio da Internet Direcção Geral de Inovação Curricular, os resultados da avaliação externa da implementação do Dec Lei nº3/2008.

http://sitio.dgidc.min-edu.pt/PressReleases/Paginas/ApresentacaoPublicaResultadosDL3_2008.aspx




Publicado por Salete Bento

terça-feira, 27 de julho de 2010

Apresentada queixa sobre as dificuldades dos alunos com deficiência



Foi apresentada ao Provedor de Justiça uma queixa sobre as dificuldades sentidas pelos alunos portadores de deficiência que, quando concluíam a escolaridade obrigatória, não conseguiam ingressar no mercado de trabalho por não lhes ser passado certificado de habilitações. Com efeito, na medida em que os alunos portadores de deficiência estudam com currículos alternativos, muitos estabelecimentos de ensino recusavam certificar que eles haviam concluído com sucesso a escolaridade obrigatória, por que as suas aptidões eram diferentes das dos alunos com currículos ditos "normais".
E, sem certificados de habilitações, os portadores de deficiência não podiam concorrer a empregos, designadamente na administração pública.
Após a análise do assunto, o Provedor de Justiça recomendou ao Governo a alteração da lei, no sentido de que ficasse clara a forma de certificação das competências alcançadas pelos alunos com necessidades educativas especiais e, também, qual a entidade competente para passar aqueles certificados de habilitações.
Em Fevereiro de 2010, o Governo aprovou um despacho que prevê que, sempre que atinjam a idade limite da escolaridade obrigatória, os órgãos de gestão dos agrupamentos de escolas passam aos alunos da educação especial com currículo alternativo certificados de equivalência à escolaridade obrigatória.

Fonte: Provedor de Justiça de Portugal
segunda-feira, 26 de julho de 2010  por ajudas.com


Publicado por Salete Bento

Imaturidade do sistema auditivo pode causar dificuldades de aprendizagem

Imaturidade do sistema auditivo pode causar dificuldades de aprendizagem