segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014




Estado só paga aparelho para um ouvido a surdo profundo

Pais fazem peditório

Publicado ontem

INÊS SCHRECK
 
 
foto LISA SOARES/GLOBAL IMAGENS
Estado só paga aparelho para um ouvido a surdo profundo
Mathew necessita de 30 mil euros para tratamento
 
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Mathew faz, este segunda-feira, 16 meses e os pais estão numa luta contra o tempo. O filho sofre de surdez profunda e precisa de implantes cocleares. Mas o SNS só comparticipa um. O outro custa 30 mil euros.
Desde 2011 que se fazem em Portugal, nos hospitais privados, implantes cocleares bilaterais simultâneos a surdos profundos. Mas no público os doentes não podem ser operados aos dois ouvidos porque o Serviço Nacional de Saúde só comparticipa um implante. Cientes das vantagens de operar os dois, os pais de Mathew lançaram uma campanha de angariação de fundos para poder dar ao filho aquilo que o SNS lhe nega: ouvir bem.

In JN

Publicada por Salete Bento

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014


Médico sueco inventa dispositivo que impede perda de audição

Publicado hoje às 12:51


Um médico sueco que trabalha nos hospitais algarvios e ensina na Universidade do Algarve desenvolveu um dispositivo que impede a perda de audição das crianças. Com esta investigação, Armin Moniri foi distinguido na semana passada pela rainha Silvia da Suécia.


O trabalho de investigação do médico Armin Moniri levou a que 80 por cento das crianças tratadas se curassem da otite média serosa sem recurso a cirurgia.
Este médico sueco, que trabalha no Centro Hospitalar do Algarve, concebeu em casa um método artesanal que consiste, afinal, num brinquedo para a criança.
O facto de as crianças com otite serosa soprarem o balão ajuda a equilibrar a pressão e arejar o ouvido médio. Num mês, pode estar quase curada.
Quando começou o estudo e o tratamento, ajudado por vários colegas do serviço de otorrino do Centro Hospitalar do Algarve, Armin Moniri, 39 anos, deparou-se com crianças que já estavam referenciadas para serem alvo de cirurgia.
O médico admite que o facto de ter um peluche no dispositivo ajuda muito.
Com esta investigação, Armin Moniri foi distinguido na semana passada pela rainha Silvia da Suécia, que tem em Gotemburgo uma Fundação e um Hospital Pediátrico com o seu nome.
O método de Moniri já foi patenteado e começará a ser comercializado este ano por uma empresa sueca.
Artigo Parcial

In TSF via audio

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=3659781

Publicada por Salete Bento

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Porque é Natal!......

 


Publicada por Salete Bento

domingo, 8 de dezembro de 2013

Era uma vez uma galinha ruiva ....

A convite da nossa colega Goretti Caldeira e das educadoras do departamento do pré- escolar,  que interessadas em proporcionar às crianças dos diferentes jardins de infância a história da galinha ruiva, estivemos no centro escolar da Sequeira e contámos a história da galinha ruiva adaptada em LGP.

E, porque uma imagem vale mais que mil palavras aqui fica o testemunho.

"As crianças não gostaram... adoraram e têm falado na história todos os dias e vão fazendo os gestos, como demonstra umas fotos de 2 crianças - 1 a contar a história e a outra  a fazer os gestos... lindos." 
Goretti Caldeira

Publicada por Salete Bento

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência – Pelo direito à dignidade



As Nações Unidas proclamaram o dia 3 de Dezembro como Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, com o objectivo de promover uma maior compreensão dos assuntos relativos à deficiência, mobilizar para a defesa da dignidade, dos direitos e do bem-estar destas pessoas. Em 2006, a Assembleia das Nações Unidas viria a adoptar a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
A Associação Portuguesa de Deficientes entendeu, este ano, não celebrar este dia, no estrito sentido de festejar, mas não deixará de assinalar uma data que foi criada com o firme propósito de assegurar os direitos das pessoas com deficiência. Direitos que hoje, mais que nunca, estão ameaçados por uma visão caritativa e assistencialista da deficiência. A "síndrome Susaninha" – figura criada por Quino, que, muito perturbada ao ver um pobre na rua, sugere que, quando forem grandes, organizem chás e jantares com peru, e bolos, e guloseimas... para depois comprar pão, massa e essas porcarias que os pobres comem – corrói as políticas públicas, incluindo as da deficiência, e constitui uma ameaça aos direitos humanos dos cidadãos.Os retrocessos nas políticas de inclusão das pessoas com deficiência são visíveis, particularmente na educação. A revitalização e aumento de financiamento das instituições de ensino especial, associado à diminuição pelo Ministério da Educação de uma verba de mais de 17 milhões de euros em 2104 para o ensino dos alunos com necessidades educativas especiais, deixam adivinhar o regresso em massa das crianças com deficiência às instituições.Ouve-se nos corredores do poder que haverá pessoas com deficiência em quem vale apostar e outras que, “coitadinhas”, terão de estar protegidas e isoladas em locais onde não conviverão com os seus pares. Stephen Hawking, um dos mais consagrados cientistas da actualidade, segundo a visão dos nossos governantes, estaria numa destas instituições a fazer puzzles e quando conseguisse resolver um destes problemas com três cores e formas diversas faria rolar uma lágrima de alegria pelos grandes progressos alcançados com a “educação” aí ministrada.Esta visão de menorização das capacidades e dos direitos das pessoas é perigosa e os tempos encarregaram-se de o provar.As pessoas com deficiência exigem direitos e rejeitam a caridade! Querem a solidariedade de todos os portugueses que, como eles, acreditem e defendam que todo e qualquer ser humano tem o direito à sua dignidade e que essa dignidade está indelevelmente associada ao direito à educação, ao emprego, à cultura, ao lazer.Não aceitamos que nos digam que os sacrifícios que nos impõem se devem ao facto de termos gasto mais do que o que tínhamos. Há uma ideologia que sustenta este retrocesso dos direitos humanos e que tem de ser combatida por todos os portugueses.   O Estado Português ratificou a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Comprometeu-se a promover, proteger e garantir o pleno e igual gozo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua dignidade inerente.Cumpre-lhe assumir os seus compromissos.


Artigo de:
 Ana Sezudo Presidente da Direcção Nacional da APD - Associação Portuguesa de Deficientes

In: Público por indicação de Livresco

Publicada por Salete Bento







sexta-feira, 22 de novembro de 2013