segunda-feira, 28 de setembro de 2015

QUE LÍNGUA ESTÃO A FALAR?

ESTREIA ONLINE DIA 27 SETEMBRO. NÃO PERCA!

"A Zulfilmes, em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian, a Widex-Centros Auditivos, a Fundação PT e a Universidade Lusófona, tem o prazer de disponibilizar online e gratuitamente o filme VERSO DA FALA, dentro da esfera do cinema inclusivo, na nossa missão de contribuir para esbater preconceitos e sensibilizar a sociedade para o universo da surdez."

http://videos.sapo.pt/DlLAEpshqRBdaZ2gT74y


Ficha Técnica:
Género: Filme documentário
Ideia Original: Fernando Centeio
Argumento: Carlos Lopes e Adriana Ventura
Realização: Adriana Ventura e Carlos Lopes
Animação: Miguel Ramos
Produtor: Fernando Centeio
Produção: Zulfilmes
Filme documentário: 59’

Contactos:
Zulfilmes - Produtora de Cinema
geral@zulfilmes.com
http://facebook.com/zulfilmes
Rua Nova da Trindade, 1 - 2ºDto. 1200-301 Lisboa
Tel. +351 21 346 64 27

Coordenação Geral Zulfilmes:
Rita Pires Marques
rita.piresmarques@zulfilmes.com

Produtor Zulfilmes:
Fernando Centeio



quinta-feira, 4 de junho de 2015

Esclarecimento sobre a realização do PET por alunos surdos


 

A propósito de notícias que vieram a público nos últimos dias, quer na imprensa quer na televisão, e que davam conta de problemas na realização do Preliminary English Test (PET) por parte de alunos surdos, o Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) vem esclarecer que essa informação não corresponde à verdade. O IAVE também não foi contactado para que pudesse prestar os esclarecimentos que se impunham.


As notícias em causa apresentavam declarações de professores e dirigentes do Agrupamento de Escolas D. Maria II, em Braga, que o IAVE não compreende e lamenta.

Ao contrário do que sugerem as referidas notícias, foram disponibilizadas condições para que os alunos do 9.º ano, com necessidades educativas especiais (NEE), designadamente os alunos surdos, pudessem realizar o Preliminary English Test (PET).  Contudo, o manual de procedimentos prevê que estes alunos possam ser dispensados de o fazer ou de realizar parcialmente o teste, sendo essa decisão da responsabilidade dos encarregados de educação e das escolas. Foi solicitada às escolas a informação sobre o número de alunos com NEE e quais as condições para que estes pudessem realizar o teste. O IAVE enviou todos os materiais adaptados solicitados para as diferentes necessidades. O IAVE contactou, ainda, todas as escolas com alunos surdos ou com deficiência auditiva severa, tendo explicado minuciosamente quais os materiais disponíveis para estes alunos. As escolas optaram, consoante as circunstâncias, pelos materiais mais adequados a cada caso. 

Relativamente aos materiais disponibilizados é referido em tom crítico o envio às escolas de um CD que os alunos surdos não poderiam ouvir. O CD não era, naturalmente, para ser ouvido pelo aluno, mas sim pelo professor, para que este o reproduzisse ao mesmo ritmo, permitindo aos alunos fazer a respetiva leitura labial. Este CD, em velocidade lenta, é igualmente usado por alunos com outro tipo de necessidades, nomeadamente por aqueles que apresentam paralisia cerebral ou limitação motora severa.

 O Agrupamento de Escolas D. Maria II de Braga, que parece estar na origem destas notícias, tem duas escolas com 9,º ano: a Escola D. Maria II, com 73 alunos, e a Escola Básica de Lamaçães, com 184 alunos. Para a primeira foram pedidas condições especiais para dois alunos, nomeadamente para terem mais tempo e realizarem a prova numa sala à parte.

Para a segunda, foi pedida dispensa de realização do teste para 9 alunos e condições especiais para 6 alunos. Nenhuma das duas escolas pediu ao IAVE materiais adaptados para alunos surdos.

 Ora, se como é referido nas notícias, os alunos surdos não realizaram o PET foi, ou porque os pais/encarregados de educação e/ou a escola assim o decidiram, ou porque esta não solicitou ao IAVE os materiais adaptados de que necessitava.

 
IAVE, 24 de maio de 2015

Oiça bem: perturbação auditiva afeta 5% das crianças

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/saude/oica-bem-perturbacao-auditiva-afeta-5-das-criancas

quinta-feira, 14 de maio de 2015

1º Encontro de Pais

No dia nove de maio de 2015 realizou-se a atividade “1º Encontro de Pais” na EB de S. Miguel com o objetivo de partilhar vivências/experiência, saberes e formas de lidar com a problemática dos seus filhos.
Este encontro teve como moderador Dr. Carlos Caixas psicólogo, sócio-fundador e diretor geral da Artenave Atelier - Associação de Solidariedade - Moimenta da Beira - e representante português da RESIT - Rede de Empresas Sociais de Inserção pelo Trabalho na ENSIE (European Network for Social Integration Entreprises) - Bruxelas - e da associação francesa TRANSFER (de Bordéus) para a metodologia IOD em Portugal". 
O encontro visou essencialmente a troca de experiências vividas entre pais e filhos surdos, formas de encarar e lidar com a problemática e reflexão sobre as interações e relações desenvolvidas entre a criança e sua família.
A atividade superou as expetativas, uma vez que houve excelente adesão por parte dos encarregados de educação e professores.
Para finalizar, realizou-se um lanche de convívio entre os presentes, patrocinado pelo Restaurante Quinta da Magarenha- Viseu.

terça-feira, 5 de maio de 2015

#5 Feliz Dia da Mãe!

Cognitio ominbus (Conhecimento para todos)


      O grupo de docentes da Escola Secundária da Sé, Técnicos e alunos da escola, referidos no trabalho elaboraram o mesmo, no âmbito do PAA, de acordo com os objetivos do concurso “Escola Alerta”, com o intuito de contribuir para a eliminação das barreiras comunicacionais dos indivíduos com deficiência sensorial.
     Tendo como principais objectivos promover, desenvolver e reconhecer o conhecimento e a acessibilidade ao ambiente social e cultural, educação, informação e comunicação, bem como permitir o pleno gozo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais, das pessoas com deficiência.
     Defendendo o direito da equidade e de valorizar o trabalho cooperativo, elaborou-se o trabalho “Cognitio ominbus (Conhecimento para todos)”- tradução em Braille e Língua Gestual Portuguesa do livro “ A História de um gato e de um rato que se tornaram amigos” de Luís Sepúlveda, bem como materiais didácticos de exploração do livro para alunos com necessidades educativas especiais.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

terça-feira, 21 de abril de 2015

Livro “SER Intérprete da Língua Gestual Portuguesa"




No dia 31 de janeiro de 2015, a Editora Mosaico de Palavras publicou esta obra, coordenada pela Professora Susana Barbosa e prefaciada pelo jornalista Júlio Magalhães, obra que, como o próprio título indica, se centra sobre o papel e a figura do intérprete de Língua Gestual Portuguesa.
 
Contactos:Editora Mosaico
Tel.: 224 801 761
Telm: 96 367 85 34
E-mail: geral@mosaico-de-palavras.pt
Sítio web: www.mosaico-de-palavras.pt

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Câmara de Beja vai disponibilizar serviços de tradução para surdos

http://www.porsinal.pt/index.php?ps=destaques&idt=not&iddest=250

Intérprete de língua gestual foi a estrela no festival da canção sueco




Lançada Escola Virtual de Língua Gestual Portuguesa para "quebrar barreiras"


A Associação de Surdos do Porto (ASP) lançou hoje uma escola virtual de Língua Gestual Portuguesa (LGP), projeto que visa motivar a comunidade ouvinte a "quebrar barreiras de comunicação" com as pessoas que têm deficiência auditiva, indicaram os responsáveis.

A Escola Virtual de Língua Gestual Portuguesa da ASP traduz-se numa plataforma online - presente no endereço www.lgpescolavirtual.pt - que contém conteúdos sobre LGP desde a descrição desta língua a módulos sobre datilografia, numerais ou mesmo formas mais comuns de saudações e cumprimentos, entre outros.
"O maior problema da comunidade surda atualmente é a barreira de comunicação existente entre o mundo surdo e o mundo ouvinte", referiu à Lusa o responsável do Departamento de Formação da ASP, Armando Baltazar.
"A LGP é uma cultura" é o lema que pode ler-se na plataforma lançada pela ASP, que desta forma motiva a comunidade ouvinte a "deixar de ter desculpas" para não aprender a comunicar com a comunidade surda.
No resumo de apresentação deste projeto lê-se que é estimado que "as crianças surdas sofrem um atraso de cinco a sete anos no seu desenvolvimento cognitivo", uma realidade resultante do facto de, continua o documento, "muitos dos que contactam com elas [crianças] não têm conhecimentos básicos de linguagem gestual".
Armando Baltazar, que também é responsável pelo Departamentos de Formação Profissional do Fundo Social Europeu destinado à comunidade surda, apontou que o acesso aos conteúdos é totalmente gratuito, sendo objetivo da ASP manter de forma livre os módulos, bem como conseguir aumentar e atualizar a informação, estando a ser equacionada uma candidatura ao quadro comunitário de apoio Portugal 2020.
O arranque do projeto da ASP foi viabilizado, indicaram os responsáveis, por este ter ganho o 1.º Prémio BPI Capacitar 2013, ou seja uma verba próxima dos 19 mil euros, e graças a uma parceria com a Escola Superior de Educação de Coimbra.
O ensino de LGP à distância não é comum em Portugal, sendo mais recorrente a formação presencial.
Sobre o panorama atual deste tipo de ferramentas, Armando Baltazar indicou ter conhecimento de plataformas sobre o tema mas a escola virtual da ASP é, garantiu, "diferente e inovadora", nomeadamente no que diz respeito à forma como é feita a avaliação ou a apresentação das aulas.
Ao longo da manhã de hoje, período em que foi lançado o sítio oficial na Internet, inscreveram-se três dezenas de pessoas nesta escola virtual de LGP, um número que os responsáveis acreditam que "aumente muito nos próximos dias".
Para além da comunidade ouvinte, podem beneficiar desta ideia pessoas que tenham ficado surdas há pouco tempo ou cuja audição venha a diminuir aos poucos.

Inclu é um jogo para todos


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Aplicação das recomendações do conselho nacional de educação relativamente ao enquadramento legal da educação especial



Diário da República, 1.a série—N.o 35—19 de fevereiro de 2015 959

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Resolução da Assembleia da República n.o 17/2015
Aplicação das recomendações do conselho nacional de educação relativamente
ao enquadramento legal da educação especial


A Assembleia da República resolve, nos termos do n.o 5 do artigo 166.o da Constituição, recomendar ao Governo que: 
1 — Seja acautelada a situação das crianças a quem é autorizado o adiamento do ingresso na escolaridade, de forma a garantir as medidas de apoio através da intervenção precoce no(s) ano(s) de permanência adicional na educação pré-escolar e o cumprimento de 12 anos de escolaridade.
2 — Se proceda
à alteração do Decreto-Lei n.o 3/2008, de 7 de janeiro, no que se refere ao desen-
volvimento de:
a) Medidas educativas temporárias que permitam responder às necessidades educativas especiais (NEE) de caráter transitório, comprovadamente impeditivas do desenvolvimento de aprendizagens;
b) Medidas de resposta a situações de alunos/as com dificuldades de aprendizagem específicas que comprovadamente impeçam a sua qualidade e desenvolvimento;
c) Uma medida educativa adicional que permita a adaptação do currículo às necessidades educativas dos/as alunos/as, mais flexível do que a medida «adequações curriculares individuais» (prevista no artigo 18.o) mas me- nos restritiva do que o estabelecimento de um currículo específico individual (CEI) (previsto no artigo 21.o).
3 — Seja acautelada a situação de crianças e jovens com NEE em momentos de avaliação externa das aprendizagens, permitindo a sua adequação às medidas educativas contempladas no programa educativo individual (PEI).
4 — Seja garantida a certificação pedagógica do percurso escolar realizado pelos/as alunos/as com PEI e CEI e revista a Portaria n.o 275-A/2012, de 11 de setembro.

Aprovada em 6 de fevereiro de 2015.
A Presidente da Assembleia da República, Maria da
Assunção A. Esteves. 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Surdos já podem pedir ajuda por telemóvel


Investigadores da Universidade de Vila Real desenvolveram a aplicação móvel "SOSPhone" para ajudar as pessoas surdas a contactar os serviços de emergência sem recurso a uma chamada de voz.
"Esta é uma aplicação inovadora à escala global. Não existem soluções que sigam o mesmo paradigma de comunicação não-verbal", afirmou hoje, em comunicado, Benjamim Fonseca, do Departamento de Engenharias da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e responsável pelo projecto. 
Segundo explicou, o "SOSPhone" é uma aplicação móvel que permite contactar os serviços de emergência sem recurso a uma chamada de voz, através de uma interface iconográfica. 
O projecto é dirigido à comunidade surda mas poderá ser adaptado a grupos de cidadãos com necessidades semelhantes.
Com esta aplicação, o utente vai descrevendo a emergência, com elevado detalhe, através da selecção de ícones que surgem ao longo do atendimento.
No final, é gerada e enviada uma mensagem de telemóvel - SMS - automática com os detalhes da ocorrência, as coordenadas de localização e a identificação da pessoa que realiza o pedido.
"O SOSPhone proporciona rapidez, universalidade, localização exacta, não permite pedidos anónimos, proporciona elevado detalhe e simplicidade, permite autonomia no pedido de ajuda de cidadãos surdos, mas também a qualquer utilizador" salientou o investigador.
Benjamim Fonseca sublinhou que, para o sucesso do projecto, foi fundamental a proximidade à comunidade surda, a qual possibilitou "a identificação informal de várias áreas de intervenção, relativamente a serviços, normalmente inacessíveis, devido às barreiras de comunicação que apresentam". 
Trata-se de um projecto com origem académica, mas que acabou por levar à criação da "4ALL Software", uma empresa "spin off" incubada na UTAD, que irá dar continuidade ao projecto e transpor, para a sociedade, os resultados alcançados.
A esta empresa caberá ainda a identificação de novas áreas de actuação, através da realização de estudos com associações de surdos e com grupos representativos de cidadãos com necessidades comunicacionais semelhantes.
O projecto "SOSPhone" foi premiado recentemente pela Fundação para a Ciência e Tecnologia com cerca de 38.000 euros.
Das 60 candidaturas recebidas ao Prémio Inclusão e Literacia Digital, 18 foram premiadas, entre elas a iniciativa da academia transmontana.
Lusa/SOL

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014




Pedido de pai surdo gera onda de apoio para legendar programas da Disney Portugal

LUSA 13/12/2014 09:58

Falta de legendas exclui milhares de crianças surdas e também os pais que são surdos.



O desejo de um pai surdo de partilhar uma sessão de desenhos animados com a filha gerou uma onda de solidariedade nas redes sociais que pretende levar a Disney Portugal a legendar os seus programas.

Tudo começou em finais de Outubro, quando a filha de cinco anos de Rui Pinheiro, um engenheiro
informático, lhe pediu para assistirem juntos aos desenhos animados no canal Disney Junior. Um pedido simples, mas para ele, que é surdo, se revelou difícil, por falta de legendas nos programas.

"Apercebi-me de que os desenhos animados que ela estava a ver não tinham legendas. Como é hábito, sendo surdo, não vou ficar sentado a ver uma coisa que não percebo e então comecei a afastar-me", conta Rui Pinheiro.

A menina fez "uma cara triste" e perguntou ao pai porque não se sentava junto dela e foi nessa altura que Rui percebeu a importância daqueles momentos para a filha. "Aquilo mexeu comigo e decidi colocar um 'post'[mensagem] no Facebook da Disney Portugal" a pedir que legendassem os programas.

Rui Pinheiro defende que a falta de legendas "exclui milhares de crianças surdas" e dificulta o trabalho de outros tantos milhares de pais surdos que têm crianças ouvintes.

Após a mensagem, o assunto tornou-se viral: "Nem pensei que fossem dar alguma atenção, é daquelas coisas que uma pessoa faz quando não lhe ocorre mais nada e acaba por ser a pedrada no charco que gera o tsunami".

"As pessoas concordavam com o que escrevi, comentavam a sua própria experiência e necessidade de
legendas, partilhavam o post, convidavam os 'amigos' a fazerem 'like'" e até fizeram vídeos de apoio",
disse.

A própria Disney respondeu na sua página no Facebook, afirmando que está empenhada "ao máximo" nesta questão "que é transversal" não só à sua comunidade de fãs, como a toda a sociedade. Contactada pela Lusa, a Disney Portugal disse que esta questão "está a ser verificada internamente".

Perante a onda de apoio, Rui Pinheiro assume agora esta questão como "uma missão" e desafiou várias entidades a apoiarem esta causa, que considera não poder ser tratada "por um mero pai que um dia se chateou e meteu um 'post' no mural de um canal".

O Instituto Nacional para a Reabilitação, que supervisiona as políticas para a deficiência, numa resposta  enviada a Rui Pinheiro, disponibilizou a sua colaboração para "a melhor concretização deste pedido". Lembrou ainda que no Plano Plurianual da Entidade Reguladora para a Comunicação Social consta um conjunto de obrigações das emissões inclusivas do serviço público e das televisões privadas, nomeadamente "extensão a legendagem para pessoas com deficiência auditiva a todos os programas dobrados para língua portuguesa".

Várias instituições, entre as quais a Associação Portuguesa de Surdos (APS) e a Federação Portuguesa de Associações de Surdos (FPAS), responderam também ao desafio de Rui Pinheiro. "Temos acompanhado e apoiado integralmente a causa deste pai", porque é uma necessidade partilhada por "todos os pais surdos e crianças surdas que já sabem ler", diz Mariana Martins, da APS.

A responsável adianta que esta situação se alarga a todos os programas infantis, incluindo os dos canais nacionais, em que "a tendência é serem dobrados".

Contudo, reconhece, as televisões nacionais têm apostado cada vez mais na interpretação em Língua
Gestual Portuguesa (LGP), o que para a comunidade surda é preferível.

O presidente da FPAS, Pedro Costa, também reconhece que tem aumentado a preocupação das televisões com esta questão, dando como exemplo a RTP, mas defende que a interpretação em LGP e a legendagem deviam ser aplicadas em toda a programação.

Nos programas infantis, Pedro Costa considera que é muito importante, "não só pelas crianças surdas,
mas também pelas crianças ouvintes", porque pode ser "um método importante" para desenvolveram as suas capacidades de leitura.

In Público
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/pedido-de-pai-surdo-gera-onda-de-apoio-para-legendar-programas-da-disney-portugal-1679292

terça-feira, 11 de novembro de 2014



No dia 15 de novembro comemora-se o Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa (LGP), a língua oficial da comunidade Surda. A equipa da EREBAS desenvolve a atividade "Workshop de LGP" em parceria com a Despertar do Silêncio - Associação de Surdos da Guarda , no dia 14 de novembro , com início às 8h30 até às 13h. A referida atividade encontra-se proposta para toda a comunidade educativa.


Publicado por Equipa da EREBAS

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Sensibilização "Surdez"


Numa perspetiva de escola para todos, partilha de conhecimentos e prática de trabalho cooperativo, a Escola de Referência de Educação Bilingue de Alunos Surdos, promove   atividade prevista no Plano Anual de Atividades, “Sensibilização  Surdez”.
 
Publicado por Equipa EREBAS