quinta-feira, 29 de outubro de 2015

IEFP Atendimento de pessoas surdas pelos Serviços de Emprego e Serviços de Formação Profissional do IEFP, I.P.


A Federação Portuguesa das Associações de Surdos juntamente com o Instituto do Emprego e Formação Profissional, realizaram um protocolo, disponibilizando Intérprete de Língua Gestual Portuguesa no acompanhamento dos cidadãos surdos para o atendimento e  formações do Instituto do Emprego e Formação Profissional.


http://www.fpasurdos.pt/infofpas_iefp/#more-875

Segurança Social: Atendimento para pessoas com necessidades especiais - cidadãos Surdos

INFOFPAS – Segurança Social: Atendimento para pessoas com necessidades especiais - cidadãos Surdos

A Federação Portuguesa das Associações de Surdos juntamente com a Segurança Social,realizaram um protocolo, disponibilizando Intérprete de Língua Gestual Portuguesa no acompanhamento dos cidadãos surdos para o atendimento na Segurança Social.


http://www.fpasurdos.pt/infofpas_ss/

Seminário: Criação da Comissão para o Reconhecimento da Língua Gestual Portuguesa e Defesa dos Direitos das Pessoas Surdas

Tema: Língua Gestual Portuguesa
Data: 14 de novembro
Local: Escola Superior de Educação de Coimbra

A TVLGP - Legendagem e a Associação de Surdos de Lisboa promovem este Seminário com o seguinte programa:

9h00 - Abertura e Receção
9h30 - Cultura - Teatro I
10h00 - Abertura do seminário
10h30 - I Painel - A Língua Gestual Portuguesa no sistema social e político
12h00 - Almoço
14h30  - Cultura - Teatro II
15h00 - A Língua Gestual Portuguesa nas televisões
16h30  - Apresentação dos inquéritos sobre LGP nas televisões
17h00 - Palestra Especial por Robert Adam
17h45 - Encerramento do Seminário


https://tvlgplegendagem.wordpress.com/programa-provisorio/
SERVIIN - INTERPRETAÇÃO EM LGP

      O Serviin é o serviço de vídeo-interpretação que quebra as barreiras comunicacionais entre a comunidade surda e a comunidade ouvinte, por vídeo-chamada, utilizando um telefone 3G/4G (custo de 1 cêntimo / min para o surdo) ou on-line pelo portal (gratuito).
     As intérpretes fazem o atendimento ao surdo por vídeo-chamada, contactam o serviço/empresa de destino e intercalam a comunicação entre o surdo e a entidade.
     No caso de a vídeo-chamada ter origem no portal, a chamada é estabelecida sem a necessidade de instalação ou configuração, seguindo o mesmo processo de atendimento indicado anteriormente.

       
           http://www.portaldocidadaosurdo.pt/

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O vídeo anti-bullying infantil que está a conquistar o mundo

"Daisy Chain" nasceu como uma história de embalar e em três anos tornou-se um dos livros interativos de maior sucesso na Austrália. E também um curta metragem com a narração da atriz Kate Winslet.


Para reconfortar o filho, Davis decidiu contar-lhe uma história de embalar de alguns dos livros infantis da vasta coleção que tem em casa, mas não encontrou nenhuma história apropriada para aquele momento. Então, decidiu inventar uma. Assim nasceu a ideia para “Daisy Chain”, um conto sobre uma menina chamada Bree Buttercup, que é perseguida por outras crianças quando tiram uma fotografia dela e a colocam em todas as árvores do parque. É o próprio Benjamin quem ajuda Bree a combatê-los usando uma corrente de margaridas, a sua flor favorita.
Num período de 3 anos, a história deixou o quarto de Benjamin para tornar-se um dos livros interativos com o maior número de downloadsna Austrália. Depois, foi feita um curta metragem com a narração da atriz Kate Winslet, que está a ser utilizado por grupos anti-bullying na Austrália, Estados Unidos e Reino Unido para a consciencialização das crianças nas escolas.
“Daisy Chain é um veículo para os pais abordarem o assunto do bullyingcom os seus filhos, independente da suspeita que as suas crianças possam ser as vítimas ou perpetradores”, disse à publicação Oscar Yildiz da organização  Australia Foundation.
O autor explicou ao The Guardian que a sua maior inspiração foi a internet. “Não sou um especialista em bullying. Sou apenas um escritor, mas parece-me que [a questão] está muito pior agora por causa das redes sociais e dos telemóveis. Os aparelhos podem ser brilhantes mas é tão fácil para alguém clicar num botão e de repente milhões de pessoas vejam uma imagem, e o impacto nas crianças é devastador”, assegura.
A primeira versão da história centrava-se mais em Benjamin e foi batizada de “Dandelion”. Como Davis trabalha numa agência digital, o processo de transformar a sua ideia numa narrativa na forma de uma aplicação pareceu-lhe natural. O resultado impressionou a própria equipa de criação: a app foi selecionada como uma das melhores de 2012 pela própria Apple, ocupou o topo da lista das aplicações com maisdownloads em 2012 na categoria Livro Interativo e foi traduzida para japonês, mandarim, espanhol, alemão e francês.
O sucesso motivou Davis a adaptar o conto para o formato de vídeo. “Quando recebemos a proposta de Galvin [Davis], o que nos chamou a atenção foi a forma da história, o enredo e a maneira como a tecnologia foi utilizada não apenas para entreter como também para informar e incentivar o pensamento crítico numa audiência tão jovem”, defende Tim Phillips, gerente de plataformas da Screen Australia, que financiou o vídeo.
E como é que Kate Winslet entrou no projeto? Davis explica à publicação que conheceu a atriz durante a rodagem de um filme na época em que estava a tentar a vida no cinema. Ela lhe terá dito para “nunca desistir” dos seus sonhos – frase que nunca lhe saiu da cabeça.
“Entrei em contacto com o seu agente, mas não achei por um minuto que aceitaria. No entanto, ela respondeu e disse que gravaria [a narração do vídeo] – e que ela fez em apenas dois takes“, conta o autor.


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

QUE LÍNGUA ESTÃO A FALAR?

ESTREIA ONLINE DIA 27 SETEMBRO. NÃO PERCA!

"A Zulfilmes, em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian, a Widex-Centros Auditivos, a Fundação PT e a Universidade Lusófona, tem o prazer de disponibilizar online e gratuitamente o filme VERSO DA FALA, dentro da esfera do cinema inclusivo, na nossa missão de contribuir para esbater preconceitos e sensibilizar a sociedade para o universo da surdez."

http://videos.sapo.pt/DlLAEpshqRBdaZ2gT74y


Ficha Técnica:
Género: Filme documentário
Ideia Original: Fernando Centeio
Argumento: Carlos Lopes e Adriana Ventura
Realização: Adriana Ventura e Carlos Lopes
Animação: Miguel Ramos
Produtor: Fernando Centeio
Produção: Zulfilmes
Filme documentário: 59’

Contactos:
Zulfilmes - Produtora de Cinema
geral@zulfilmes.com
http://facebook.com/zulfilmes
Rua Nova da Trindade, 1 - 2ºDto. 1200-301 Lisboa
Tel. +351 21 346 64 27

Coordenação Geral Zulfilmes:
Rita Pires Marques
rita.piresmarques@zulfilmes.com

Produtor Zulfilmes:
Fernando Centeio



quinta-feira, 4 de junho de 2015

Esclarecimento sobre a realização do PET por alunos surdos


 

A propósito de notícias que vieram a público nos últimos dias, quer na imprensa quer na televisão, e que davam conta de problemas na realização do Preliminary English Test (PET) por parte de alunos surdos, o Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) vem esclarecer que essa informação não corresponde à verdade. O IAVE também não foi contactado para que pudesse prestar os esclarecimentos que se impunham.


As notícias em causa apresentavam declarações de professores e dirigentes do Agrupamento de Escolas D. Maria II, em Braga, que o IAVE não compreende e lamenta.

Ao contrário do que sugerem as referidas notícias, foram disponibilizadas condições para que os alunos do 9.º ano, com necessidades educativas especiais (NEE), designadamente os alunos surdos, pudessem realizar o Preliminary English Test (PET).  Contudo, o manual de procedimentos prevê que estes alunos possam ser dispensados de o fazer ou de realizar parcialmente o teste, sendo essa decisão da responsabilidade dos encarregados de educação e das escolas. Foi solicitada às escolas a informação sobre o número de alunos com NEE e quais as condições para que estes pudessem realizar o teste. O IAVE enviou todos os materiais adaptados solicitados para as diferentes necessidades. O IAVE contactou, ainda, todas as escolas com alunos surdos ou com deficiência auditiva severa, tendo explicado minuciosamente quais os materiais disponíveis para estes alunos. As escolas optaram, consoante as circunstâncias, pelos materiais mais adequados a cada caso. 

Relativamente aos materiais disponibilizados é referido em tom crítico o envio às escolas de um CD que os alunos surdos não poderiam ouvir. O CD não era, naturalmente, para ser ouvido pelo aluno, mas sim pelo professor, para que este o reproduzisse ao mesmo ritmo, permitindo aos alunos fazer a respetiva leitura labial. Este CD, em velocidade lenta, é igualmente usado por alunos com outro tipo de necessidades, nomeadamente por aqueles que apresentam paralisia cerebral ou limitação motora severa.

 O Agrupamento de Escolas D. Maria II de Braga, que parece estar na origem destas notícias, tem duas escolas com 9,º ano: a Escola D. Maria II, com 73 alunos, e a Escola Básica de Lamaçães, com 184 alunos. Para a primeira foram pedidas condições especiais para dois alunos, nomeadamente para terem mais tempo e realizarem a prova numa sala à parte.

Para a segunda, foi pedida dispensa de realização do teste para 9 alunos e condições especiais para 6 alunos. Nenhuma das duas escolas pediu ao IAVE materiais adaptados para alunos surdos.

 Ora, se como é referido nas notícias, os alunos surdos não realizaram o PET foi, ou porque os pais/encarregados de educação e/ou a escola assim o decidiram, ou porque esta não solicitou ao IAVE os materiais adaptados de que necessitava.

 
IAVE, 24 de maio de 2015