domingo, 22 de maio de 2016

O Outono

Na sessão do outono aprendemos muitos gestos relacionados com esta estação do ano e até fizemos um jogo, os nossos colegas tinham que adivinhar o gesto que cada um de nós fazia e todos eles conseguiram adivinhar.
Parabéns a todos.


quinta-feira, 19 de maio de 2016

A Primavera

Com a chegada da Primavera quisemos dar-lhe as boas vindas. Para isso, pedimos à professora Sofia e Filipa para nos ensinarem alguns gestos para depois cantarmos em língua gestual a música da Primavera.
Espero que gostem.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Jovem surdo faz curta-metragem sobre estudante na mesma condição

A primeira produtora nacional dedicada à realização de conteúdos para pessoas surdas, criada no Porto por um jovem surdo, está a realizar uma curta-metragem que relata a vida de um estudante universitário com a mesma condição.

No filme "Registo Inédito", cuja estreia está prevista para julho de 2016, é apresentado Ruivo e a sua "conturbada mente", indicou Zé Luís Rebel, fundador da 'startup' (empresa em fase de desenvolvimento) GestoFilmes.

Por estar sempre sozinho, Ruivo cria um personagem que o acompanha no dia-a-dia "para não cair na realidade crua e dura da vida académica", onde o seu equilíbrio psicológico "é prejudicado pelo conflito entre o seu lado mais sombrio e o mais obsceno", explicou o produtor.

De acordo com a fonte, a 'startup' é a primeira produtora a nível nacional orientada para este público "minoritário", embora o objetivo seja "captar a atenção" do público em geral.

"Gesto é tudo aquilo que nos rodeia, daí a ideia para o nome", disse à Lusa Zé Luís Rebel, explicando que se trata "de uma metáfora que simboliza a ligação e a sensibilidade entre as pessoas".

Todos os vídeos contêm legendas, língua gestual, língua portuguesa/estrangeira (consoante a história), som e "expressões", para que a informação chegue "diretamente a qualquer público", oferecendo assim uma "igualdade de informação", indicou.

A GestoFilmes foi fundada em setembro de 2011 mas só em março de 2016 é que teve a oportunidade de ter um espaço no Polo das Indústrias Criativas do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC), depois de Zé Luís Rebel se ter candidatado para tal, em 2013 e 2014.

O objetivo, segundo o fundador, era obter "ajuda financeira e material e um espaço onde pudesse desenvolver o projeto de forma mais estruturada e criar uma equipa de trabalho".

O jovem, que perdeu a audição e parte da memória aos dois anos, resultante de uma meningite, foi aprendendo a língua gestual ao longo dos anos.

Aos 17 anos começou a frequentar a Associação de Surdos do Porto (ASP), onde teve contacto com a realidade na qual as pessoas com esta condição vivem e a maneira como interagem na sociedade.

"A sociedade coloca-nos de parte", afirmou o Zé Luís Rebel, para quem a GestoFilmes pode ser vista como "uma ponte para estabelecer a comunicação" entre esta e os surdos.

Habituado desde novo a assistir filmes com legendas, por incentivo do avô, viu surgir daí a sua paixão pelo cinema, curso que não seguiu por "não haver condições" - devido à sua surdez -, acabando por ingressar na licenciatura em Tecnologias de Comunicação e Multimédia no Instituto Universitário da Maia (ISMAI).

Embora tenha alguma ajuda esporádica, o jovem indicou que a maior parte do tempo trabalha sozinho na filmagem, edição, legendagem, planeamento e publicação dos conteúdos.

Participou, em 2011, na produção de um documentário sobre os surdos que estudavam na Escola Jacob Rodrigues Pereira, edifício inserido da Casa Pia de Lisboa, em colaboração com o produtor Fernando Centeio.

Alguns vídeos produzidos pela GestoFilmes podem ser encontrados no Facebook e nos canais Youtube e Vimeo.
http://sicnoticias.sapo.pt/cultura/2016-05-10-Jovem-surdo-faz-curta-metragem-sobre-estudante-na-mesma-condicao

Tem dificuldades auditivas?




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sábado, 7 de maio de 2016

O Rei vai nu

       Na quinta-feira, dia 17 de março, contei a história “O Rei vai nu” aos meninos da minha sala.
      Antes de contar a história preparei-a. Primeiro, li vários livros. Um deles era meu. Depois, vi um filme sobre a história do Rei vai nu. A seguir, fiz um cenário e as personagens em papel e tirei fotos para fazer um filme. Escrevi a história e ensaiei. Por fim, contei a história aos meus colegas. Li e fiz um teatro com as personagens de papel.
       Os meninos gostaram da história.

      Eu gostei de contar a história. A minha parte preferida é quando a menina diz que o Rei vai nu, porque ela diz a verdade. De tudo o que eu preparei o que mais gostei foi de tirar as fotos.


Letícia Calçada, 3º ano da EB do​ Bairro da Luz



sexta-feira, 6 de maio de 2016

O Inverno

No âmbito do projeto "Juntos Comunicamos", na sessão do inverno, aprendemos a cantar em língua gestual portuguesa a canção do Inverno. Aprendam também!!!


quinta-feira, 28 de abril de 2016